sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Procon-RJ autua CCR Barcas por problemas em embarcações

Os fiscais do Procon-RJ encontraram baratas na barca Itapuca. (Foto: Divulgação/ Procon-RJ)
Fiscais do Procon-RJ autuaram a concessionária CCR Barcas por problemas no funcionamento de quatro embarcações em circulação. Agentes também autuaram três lanchonetes que ficam dentro de estações por irregularidades. A vistoria aconteceu nesta quinta-feira (26) e faz parte da operação “Se a canoa não virar.”
Para verificar o funcionamento do sistema no horário que ele é mais exigido, os fiscais estiveram pela manhã na estação Arariboia, em Niterói, e no fim da tarde na estação Praça XV, no Rio de Janeiro. Os atrasos na saída de suas barcas, a Neves e a Gávea I, chamaram a atenção dos agentes. As barcas Martin Afonso e Vital Brasil navegavam com as portas das salas de máquinas abertas, colocando os passageiros em risco e incomodando-os com o barulho.
Também chamou a atenção dos fiscais do Procon-RJ a presença de baratas na barca Itapuca e o desnível entre ela e a plataforma de desembarque. Vários passageiros precisaram de ajuda para desembarcar.
Os agentes também consideraram que o sistema de informações da Praça XV induzia os passageiros ao erro, pois informa o próximo horário de saída, mas não indica se atingiu a sua capacidade de embarque. Assim, os passageiros entravam na estação acreditando que iam pegar a barca, mas após passar pela roleta percebiam que ela estava lotada. Na estação Arariboia, aliás, duas roletas de acesso estavam quebradas.
As três lanchonetes autuadas tiveram as máquinas de café lacradas devido às más condições de limpeza.
CCR Barcas responde
Em nota, a CCR Barcas afirma que a linha Arariboia teve pontualidade de 95% no mês passado. Para dar mais conforto, a concessionária inaugurou a nova Estação Araroboia, com o dobro de capacidade de passageiros e com ambiente refrigerado. O sistema de ar condicionado foi instalado na estação Praça XV.
Para melhorar o processo de manutenção das barcas, a empresa conta que montou postos avançados do estaleiro nas estações, para dar eficiência a estes procedimentos.
Sobre a barata encontrada em uma barca, a concessionária afirma que efetua procedimentos rigorosos de manutenção e conservação das embarcações, sendo dedetizadas mensalmente. A CCR Barcas informa ainda que realizará uma inspeção na embarcação Itapuca, onde foi encontrado o inseto. A empresa pede que os usuários não deixem restos de comida nas dependências das barcas e informa que trocou todos os compartimentos de armazenamento dos coletes para reduzir a proliferação de pragas urbanas.
Sobre o desnível identificado na mesma barca, a concessionária diz que o transporte aquaviário está sujeito à influência de intempéries climáticas e marítimas, que podem gerar uma oscilação que ocasiona o desnível. A concessionária afirma ainda que dispõe de tripulantes para ajudar os passageiros a desembarcar.
Também na barca Itapuca, os fiscais encontraram um enorme desnível no desembarque. (Foto: Divulgação/ Procon-RJ)Também na barca Itapuca, os fiscais encontraram um enorme desnível no desembarque. (Foto: Divulgação/ Procon-RJ)

Carro cai de penhasco próximo à praia de Grumari, no Rio

Uma mulher de 37 anos ficou ferida depois do carro que dirigia cair em um penhasco próximo à praia de Grumari, na Zona Oeste do Rio, nesta sexta-feira (27). Um helicóptero e uma motoaquática foram usados na operação de resgate da vítima.
O acidente aconteceu na Avenida Estado da Guanabara, entre as praias de Abricó e Grumari. O veículo ficou destruído e a motorista, segundo o Corpo de Bombeiros, estava lúcida quando foi socorrida, por volta das 13h40.
A mulher foi levada para o Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, por volta das 17h o estado de saúde dela era estável e ela permanecia em observação na unidade médica.
Até o começo da noite não haviam sido esclarecidas as circunstâncias em que o acidente ocorreu.
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O carro caiu no meio das pedras. (Foto: Reprodução/ TV Globo)O carro caiu no meio das pedras (Foto: Reprodução/ TV Globo)
Helicóptero e motoaquática foram usados no resgate da vítima. (Foto: Reprodução/ TV Globo)Helicóptero e motoaquática foram usados no resgate da vítima (Foto: Reprodução/ TV Globo)
O acidente aconteceu na Avenida Estado da Guanabara. (Foto: Reprodução/ TV Globo)O acidente aconteceu na Avenida Estado da Guanabara (Foto: Reprodução/ TV Globo)
A motorista foi resgatada por bombeiros. (Foto: Reprodução/ TV Globo)A motorista foi resgatada por bombeiros (Foto: Reprodução/ TV Globo)

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Possuir um cachorro deixa qualquer homem mais atraente


Alguns homens adoram sair com seus cães; a lenda diz que eles fazem isso para atrair as mulheres. Bom, agora já não é mais lenda, é uma realidade!

Já pensou em elevar seu nível de beleza sem a necessidade de carrões ou roupas de grife? Um estudo britânico, com aproximadamente 2 mil pessoas, revelou que uma em cada cinco mulheres (21%) acha um homem instantaneamente mais bonito e sexy quando está acompanhado de um cachorro. E só uma a cada 20 mulheres, sente-se atraída pelas roupas de marcas famosas.
Ainda segundo o estudo, apenas 6% se interessam por carros de luxo, e com um cão é duas vezes mais eficaz na arte da atração do que ter uma boa casa (12%) ou um bom salário (11%).
Fonte: Mirror via notonthehighstreet.com

Juiz que dirigiu carro de Eike Batista é afastado de processo

A corregedora-nacional de Justiça, ministra Nancy Andrighi, determinou nesta quinta-feira (26) o afastamento do juiz o juiz Flávio Roberto de Souza, da 3ª Vara Criminal Federal do Rio de Janeiro, da condução dos processos contra o empresário Eike Batista.
O magistrado foi flagrado dirigindo o Porsche Cayenne de Eike e admitiu ter guardado o veículo na garagem do prédio onde mora, junto com uma Range Rover, do filho do empresário, Thor Batista. Flávio Roberto Souza também deu a um vizinho a guarda de outro carro da família de Eike e de um piano de cauda. Esses e outros bens foram apreendidos por decisão do próprio juiz e seriam leiloados para garantir o pagamento de dívidas empresariais.Com a decisão, o juiz continuará na função, mas os processos de Eike serão distribuídos a outro magistrado. Nancy Andrighi determinou ainda a instauração de um procedimento disciplinar que tramitará junto com uma sindicância já aberta na Corregedoria do Tribunal Regional Federal da 2ª Região. O afastamento  das funções só pode ser determinado por uma decisão colegiada do tribunal de origem do juiz ou do plenário do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), com voto de pelo menos dois terços dos membros, conforme a Lei Orgânica da Magistratura.
Na decisão, a ministra Nancy Andrighi considerou que "não há e nem pode haver" possibilidade de "um juiz manter em sua posse patrimônio de particular". Ela destacou que, como justificativa para o seu ato, o magistrado afirmou que vários juízes fazem o mesmo. Para ela, o juiz federal feriu o código de conduta da magistratura. A ministra também orientou que o magistrado passe a se comportar de maneira mais "prudente".
Porsche foi devolvido ao pátio da Justiça Federal na tarde desta terça (Foto: Henrique Coelho / G1)

Parecer do MPF
Nesta quarta (25), o Ministério Público Federal do Rio de Janeiro (MPF-RJ), por meio da Procuradoria Regional da República da 2ª Região (PRR2), enviou ao TRF-2 parecer favorável ao afastamento do juiz e defendeu a anulação de todas as suas decisões nas ações criminais contra Eike Batista.
O pedido de afastamento foi apresentado inicialmente em janeiro ao Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) pelos advogados do empresário. Os defensores alegaram que o juiz prejulgava o réu.

O parecer da procuradoria foi contrário ao afastamento. Porém, após a divulgação de que o juiz estaria utilizando e guardando bens de Eike Batista, um novo pedido foi protocolado nesta semana pela própria procuradoria. O caso será avaliado pelos desembargadores da 2ª turma do TRF-2.

"As recentes declarações, somadas à postura injustificável de uso do bens acautelados na Justiça, dispensam maiores comentários do MP Federal, pois são indefensáveis e acarretam a inevitável revaloração sobre a condução da ação penal", afirmou a procuradora regional Silvana Batini, autora do parecer. "O reconhecimento da suspeição deve se estender também com relação às outras ações contra o mesmo réu", acrescentou.

Também na última quarta (25), o corregedor desembargador federal Guilherme Couto de Castro, corregedor regional da Justiça Federal da 2ª Região, classificou como "fato embaraçoso" o uso particular, por parte de um juiz, de bens apreendidos de réus.

"Não há qualquer cabimento em depositar bens no edifício particular do próprio magistrado, fato embaraçoso, apto a gerar confusão e manchar a imagem do Poder Judiciário", registrou o corregedor, ressaltando que "caberá ao magistrado (titular da 3ª Vara Federal Criminal) escolher o melhor caminho e, dentre eles, a nomeação de depositário, que poderá ser entidade idônea ou o próprio proprietário do bem, naturalmente com a pertinente restrição de uso", destacou o desembargador.

Desembargador do PI derruba decisão que mandava tirar WhatsApp do ar

WhatsApp, aplicativo de mensagens instantâneas para celular e computador. (Foto: Divulgação/WhatsApp)  Uma decisão do desembargador Raimundo Nonato da Costa Alencar, do Tribunal de Justiça do Piauí (TJ-PI), derrubou o mandado judicial que mandava tirar do ar o aplicativo de mensagens instantâneas WhatsApp. Consta no sistema eletrônico do TJ que a liminar foi deferida nesta quinta-feira (26), mas o site omite os motivos da decisão por se tratar de um processo que corre em segredo de Justiça. Em entrevista para a TV Clube, afiliada Globo do Piauí, o desembargador Alencar disse que as empresas telefônicas e seus usuários não devem ser penalizados por uma decisão judicia 
Juiz informou que WhatsApp descumpriu decisões judiciais repetidamente (Foto: Gilcilene Araújo/G1)"Me baseei no direito que a empresa tem de não ver cerceada a prestação de serviço para o povo brasileiro. A empresa não tem nenhuma relação com o WhatsApp, não armazena os arquivos do aplicativo e não tem nenhuma relação com a decisão judicial (que pedia ao WhatsApp que cooperasse com a Polícia Civil do Piauí)", afirmou.O juiz Luiz de Moura Correia, da Central de Inquéritos da Comarca de Teresina, proferiu mandado judicial no dia 11 de fevereiro para que o aplicativo fosse tirado do ar. O magistrado deu decisão após a empresa não colaborar com investigações da Polícia Civil do Piauí. "A postura da empresa se mantém inerte às solicitações da Justiça Brasileira, desrespeitando decisões judiciais a bel-prazer, tornando-se ‘terra de ninguém’, atentando contra a soberania nacional", disse o juiz por meio de nota à imprensa.
Juiz informou que WhatsApp descumpriu decisões
judiciais (Foto: Gilcilene Araújo/G1)
Na decisão contrário à de Luiz Moura, o desembargador  Raimundo Nonato disse ainda que é preciso ter mais calma com o assunto. “Entendi que a decisão (de pedir a suspensão do WhatsApp), pelo alcance que atinge, exigia uma medida que revelasse a sua eficácia imediata. Entendi que era preciso estudar com calma e mais comedidamente o tema. Entretanto, é claro que a empresa deve fornecer as informações que a justiça solicitou”, disse Raimundo Nonato da Costa Alencar.

G1 falou com o escritório de advocacia responsável pelo pedido de liminar no TJ, que confirmou representar algumas empresas de telefonia, mas que não poderia dar mais detalhes sobre o caso por se tratar de um processo que segue em segredo de Justiça. O Sindicato das Empresas de Telefonia ainda não se pronunciou sobre a nova decisão.

Entenda o caso
O Núcleo de Inteligência da Polícia Civil informou na quarta-feira (25) que um mandado judicial expedido em 11 de fevereiro pedia a suspensão temporária das atividades do WhatsApp. O pedido ocorreu após a empresa se negar a dar informações para uma investigação policial.

De acordo com o delegado geral do Piauí, Riedel Batista, as investigações a que se referem o juiz acontecem por meio da Delegacia de Proteção a Criança e ao Adolescente (DPCA), que precisou de informações contidas no WhatsApp e o aplicativo se negou a fornecer.

A Secretaria de Segurança do Piauí disse que os processos judiciais que originaram as decisões tiveram início em 2013, mas até o momento os responsáveis pelo WhatsApp não acataram as ordens. Nesta quinta-feira (26), o desembargador Raimundo Nonato da Costa Alencar derrubou a decisão de tirar o WhatsApp do ar, mas manteve a obrigatoriedade de a empresa prestar as informações solicitadas pela Polícia Civil.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Amigos fazem ato em homenagem a brasileira morta na Austrália

Fabiana Palhares morreu após ser agredida com um machado.
Ela estava grávida de 10 semanas; crime foi em Gold Coast.
Amigos se reuniram para homenagear Fabiana (Foto: Reprodução/Facebook/ Rennee Furlanetti)

Segundo vizinhos e amigos da brasileira, o casal tinha um histórico de brigas. O problema também foi mencionado pela polícia. "Há indícios de que há um histórico de problemas domésticos", disse o detetive Marc Hogan após a prisão de Wall.
"Acredito que as autoridades foram negligentes, porque ela chegou a reportar os incidentes domésticos, mas não teve nenhum suporte. Acredito que as coisas pioraram depois dessa última denúncia, já que a polícia esteve na casa dela, mas não encontrou o namorado dela", relatou.
Vizinhos da brasileira disseram à imprensa australiana que ouviram o casal discutindo na tarde de sua morte.
Amigos da brasileira Fabiana Palhares, morta em sua casa a golpes de machado na Austrália, realizaram nesta quinta-feira (5) em uma praia de Gold Coast, onde ela morava e onde ocorreu o crime, uma homenagem à brasileira.
Fabiana estava grávida de 10 semanas. Seu namorado, Brock Benjamin Wall, de 34 anos, foi preso e responde por homicídio e "agressão ilegal de uma mulher grávida".
O ato, no qual todas as pessoas compareceram vestidas de branco, também teve como objetivo mostrar à Austrália que a comunidade brasileira no país não aceita esse tipo de ação criminosa e também espalhar o amor que todos sentiam por Fabiana.
Crime
Foto mostra Fabiana ao lado do namorado (Foto: Reprodução/Facebook)Um de seus amigos, Peter Barros, contou ao G1 que as agressões eram constantes e que na última vez em que viu Fabiana, na quinta-feira passada, ela iria denunciar o companheiro.
"Acredito que as autoridades foram negligentes, porque ela chegou a reportar os incidentes domésticos, mas não teve nenhum suporte. Acredito que as coisas pioraram depois dessa última denúncia, já que a polícia esteve na casa dela, mas não encontrou o namorado dela", relatou. 
Ela tinha o sonho de ser mãe e infelizmente foi engravidar de um louco como esse. Eles tiveram um relacionamento há um tempo atrás e tinham voltado há pouco tempo", contou o estudante.
Fabiana Palhares aparentemente morreu em decorrência de golpes de machado (Foto: Reprodução/Facebook/Fabiana-Brock Palhares)