O Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJ-GO) já determinou a desocupação. De acordo com a Polícia Militar, uma parte dos acampados queimou pneus e interrompeu o tráfego na BR-060 e na GO-225, que passam em frente à sede da fazenda, por cerca de cinco horas. Eles pedem a desapropriação do terreno para a reforma agrária, alegando que o mesmo é improdutivo.“Até hoje é pendente de explicações a forma como ele conseguiu acabar com as pequenas propriedades que existiam e formar esse imenso latifúndio", disse em o integrante da coordenação do MST em Goiás, José Valdir Misnerovicz, em nota publicada no site do órgão.
assessoria de imprensa do senador informou que a fazenda é produtiva e que espera que a lei seja cumprida.
Decisão
Segundo informou a assessoria de imprensa do TJ-GO, nesta tarde, foi mantida a decisão de reintegração de posse assinada pelo juiz Levine Raja Gabaglia Artiaga, da Comarca deCorumbá de Goiás, em setembro do ano passado.
Segundo informou a assessoria de imprensa do TJ-GO, nesta tarde, foi mantida a decisão de reintegração de posse assinada pelo juiz Levine Raja Gabaglia Artiaga, da Comarca deCorumbá de Goiás, em setembro do ano passado.
O medida foi ratificada pelo juiz substituto de 2º grau, Marcos da Costa Ferreira, alegando que a fazenda é produtiva e não preenche os requisitos para ser desapropriada para a reforma agrária.
Ainda de acordo com a assessoria, a desocupação deve ocorre na próxima quarta-feira (4). Cerca de 1,5 mil policiais serão encaminhados para garantir que a decisão seja cumprida.
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