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segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Com doença auto-imune, mulher tatua cabelos na cabeça. Confira!

Cansada de usar lenços e chapéus para esconder a falta de cabelos por conta de uma doença auto-imune, Alzira Cristian Meira Ramos, 50 anos, moradora do município de Ibitinga, localizada a 360 km de São Paulo, decidiu tomar uma atitude drástica e permanente. Ela sofre de lúpus sistêmico que, em seu caso, ataca a pele e os cabelos. Após pensar bastante no caso, ela tomou coragem e decidiu fazer uma tatuagem na cabeça, como se cabelos naturais estivessem saindo de seu couro cabeludo.
“Sempre usei lenço, chapéus e cansei. Fiz essa tatuagem em julho deste ano. Tinha vistouma modelo que havia feito com rena e mostrei a foto para o Ximba (tatuador), que fez a tatuagem ficar perfeita. Amei o resultado. Melhorou 70% minha auto-estima. Quando você sai careca na rua as pessoas têm preconceito, mas assim todo mundo acha lindo”, afirmou Alzira.

O autor da obra de arte foi o tatuador Leandro Manchini de Souza Lima, 30 anos, no ramo há nove anos. Apelidado de Ximbica, ele possui um estúdio chamado Ximba Tattoo e admitiu que foi o trabalho mais diferente que já fez em toda sua carreira.
“Foi difícil por um lado porque foi muito trabalhoso, demorado. Foram quatro horas para riscar o desenho e outras seis horas para pintar. Ela quis fazer em duas sessões, foi muito corajosa”, afirmou Leandro, ressaltando que o lado sentimental da história faz com que a tatuagem se torne ainda mais dolorosa.
“Ela estava bem sensível e chorou um pouco durante as sessões. Ela estava bem pra baixo e hoje você vê que ela mudou totalmente o jeito de ser. Onde ela vai, chama atenção, ainda mais em uma cidade pequena como essa”, completou o tatuador.
Leandro afirmou ainda que chegou a duvidar que Alzira fosse fazer a tatuagem, mas que ficou surpreso quando ela confirmou a presença. “A princípio fiquei meio em dúvida, não botei muita fé. Por ela ser mais velha e pelo lugar que era (cabeça), um lugar bem sensível e por já estar sensível por conta da doença. Mas quando ela confirmou e marcou horário vi que era sério e me comprometi. Gostei muito de fazer, não pela parte profissional, mas por poder ajudá-la”.
Alzira disse que espera que isso sirva de incentivo para que outras pessoas façam o mesmo e gostaria de poder visitar os que possuem a mesma doença para mostrar o trabalho. “Conversei com um sobrinho meu e ele disse que eu deveria visitar outras pessoas. Tudo tem solução na vida. Fiz por problema de saúde e adorei e acho que as pessoas deveriam fazer também. O problema é que Ibitinga é muito longe e eu não posso tomar sol, por isso nunca visitei outras pessoas que sofrem com isso”.
Para ela, a tatuagem além de aumentar sua auto-estima, fez também com que sua feminilidade fosse recuperada. “Para uma mulher, perder o cabelo é como perder a feminilidade. Consegui recuperar um pouco disso, agora é menos dolorido. Fiquei exótica”, completou, aos risos.

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Crianças que nascem com os olhos COMPLETAMENTE negros, você já viu isso antes? Confira!

Vocês já viram isso antes?! Na internet muitos falam o que quer, e poucos falam a verdade… Existem muitas lendas por aí, que na realidade só é amplamente conhecida pelo poder de dispersão da internet, porque na realidade nenhuma delas são verdadeiras. Mais de fato é, que esses ocorridos de crianças com os olhos completamente negros, estão chamando muita atenção dos internautas ao redor do mundo, por conta de imagens e tudo mais. As crianças que tem esse tipo de olho é conhecido como BEK (Black-Eyed-Kids). Há uma história que se encontraram uma criança assim, onde ela bateu na porta de um morador, pedindo a autorização para entrar, só que o morador se assustou com os olhos da criança e bateu a porta na cara e foi o que soubemos… Fim da história… Agora me diz, vocês leitores do vai e vem notícias, conhecem alguém, ou alguma história parecida? Dessas crianças BEK? Bom, vamos ver…

Aplicativo evita incesto não-intencional na Islândia. CONFIRA!

Saiba com quem fala. Na pequena Islândia, onde é comum se encontrar com parentes sem saber, um aplicativo evita o incesto não intencional
Noite em Reykjavik, capital da Islândia (Arquivo)

A Islândia é um país peculiar. Pontuada por vulcões e vastas planícies nevadas, a maioria de seus habitantes se encontra na capital, Reykjavik, ou em cidades menores, como Akureyri e Akranes. É uma população pequena, pouco mais de 320 mil habitantes, tanto que a lista telefônica é elencada por primeiros nomes e pela profissão. Assim fica fácil saber que o Thor com que se quer falar é mesmo o Thor peixeiro, não o Thor eletricista, algo somente possível em um país onde todos se conhecem ou conhecem alguém que conhece a terceira pessoa. Mesmo ao discar o número errado, encontra-se o interlocutor desejado, visto que a vítima do engano normalmente conhece quem se procura.

Essa peculiar proximidade motivou um grupo de estudantes da Universidade da Islândia a fundar a companhia de software Sad Engineer Studios e lançar seu primeiro aplicativo, o Íslendingabók (algo como livro dos islandeses). Ele tem o mesmo nome de uma base de dados nacional que recolhe informações genealógicas sobre os habitantes da ilha desde o ano de 800 (www.islendingabok.is). O intuito principal do aplicativo não é somente fornecer informações históricas, mas também evitar casos de incesto.
islândia incesto aplicativo “Dormir com um parente acidentalmente é uma piada frequente na cultura islandesa”, disse Arnar Freyr Aðalsteinsson, um dos criadores do aplicativo. “Por isso uma das funções é o Bump, que permite que usuários saibam se duas pessoas têm alguma conexão familiar ao tocar seus telefones.” “Não sabemos se outros países têm linhagens sanguíneas tão próximas quanto as nossas, mas temos certeza de que o Íslendingabók é único, por ser tão completo”, afirmou ao site Digital Trends. “Existem outros usos como saber se a sua tia mente a própria idade ou a data exata dos aniversários de todo mundo na família.” 
O aplicativo está disponível para Android. Um usuário postou esta resenha na loja Google Play: “Muito bom, se tivesse baixado antes não teria ido para casa com minha tia.” Só mais um exemplo do famoso humor islandês.

Como será o homem daqui a 100 mil anos e porquê? CONFIRA!

Artista visual e geneticista se uniram para criar modelos de como será a aparência humana daqui 100 mil anos. Veja em imagens
O Homo sapiens já percorreu um longo caminho evolutivo desde a Idade da Pedra e os avanços da medicina e da tecnologia têm ajudado a ampliar as possibilidades de evolução. Mas como será a aparência do homem daqui 20, 60, 100 mil anos? Para responder a essa pergunta, o artista visual Nickolay Lamm e o geneticista computacional Alan Kwan trabalharam no desenvolvimento de três modelos de aparência física que podem mudar para melhor atender às necessidades dos humanos nos próximos 100 mil anos.
Muitas destas novas características não dependem exclusivamente da evolução, e sim da união entre a tecnologia e a medicina, já que os cientistas no futuro poderão ser capazes de manipular a aparência humana antes mesmo do nascimento.
Segundo o site Mashable, o projeto de Lamm e de Kwan, doutor em genômica computacional pela Universidade de Washington, sugere que os seres humanos do futuro vão ter melhorado significativamente a capacidade de processamento de informações e armazenamento de habilidades. Isso vai ser resultado, segundo ele, do aumento das áreas de superfície de seus cérebros. Ele acredita até que essas habilidades serão impulsionadas pelo desenvolvimento de civilizações em outros planetas além da Terra.

Veja nas imagens a seguir o modelo desenvolvido por Lamm de como ficará a face humana ao longo dos próximos 100 mil anos:
homem 100 mil anos
Hoje – artista visual reproduziu um homem e uma mulher no modelo atual
Foto: Nickolay Lamm/MyVoucherCodes.co.uk / Divulgação
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homem 100 mil anos
Foto: Nickolay Lamm/MyVoucherCodes.co.uk / Divulgação
Em 20 mil anos (imagem acima) – na projeção dos especialistas, daqui 20 mil anos a cabeça será maior, com uma testa sutilmente grande em comparação a anterior. O anel amarelo em torno dos olhos são lentes que devem representar o Google Glass do futuro.
homem 100 mil anos
Foto: Nickolay Lamm/MyVoucherCodes.co.uk / Divulgação
Em 60 mil anos (imagem acima) – o rosto será proporcional à proporção áurea. Os olhos serão extremamente grandes, com um verde brilhoso como os de gatos. O arco superciliar será ainda mais proa conquista espacial deve levar a novas adaptações, como olhos grandes para se adaptar a regiões longes do Sol, pele pigmentada para evitar os efeitos da radiação ultravioleta prejudicial longe da camada de ozônio protetora da Terra, pálpebras espessas e um arco superciliar mais marcado – área mais escura abaixo das sobrancelhas – para evitar os efeitos da baixa gravidade que desorienta os astronautas. Além disso, a cabeça será ainda maior e dispositivos implantados acima das orelhas devem atuar em conjunto com as lentes de comunicação dos olhos.
homem 100 mil anos
Foto: Nickolay Lamm/MyVoucherCodes.co.uk / Divulgação
Em 100 mil anos (imagem acima) – o rosto será proporcional à proporção áurea. Os olhos serão extremamente grandes, com um verde brilhoso como os de gatos. O arco superciliar será ainda mais marcado.

Mulher encontra um pedaço de “cérebro” no molho de tomate. Confira!

Nas últimas semanas, os consumidores no Brasil ficaram estarrecidos com denúncias de animais encontrados em alimentos. Mas, na Inglaterra, uma mulher achou algo ainda mais surpreendente em um pacote de massa de tomate.
Foto: Daily Mail/Reprodução
Julleen Marter, de 47 anos, estava preparando o jantar para a família e, ao abrir o produto, percebeu que o molho estava diferente. Ao rasgar parte da embalagem, ela descobriu que, no fundo do recipiente, havia uma massa cinzenta, com cerca de 10 centímetros de diâmetro, semelhante a um cérebro.
Daily Mail/Reprodução
Foto: Daily Mail/Reprodução
Assustada, a mulher entrou em contato com a loja, onde comprou o produto. Segundo ela, a atendente riu com a situação e disse que o corpo estranho era tomate. Julleen procurou, então, a autoridade de saúde da cidade de Worcester, que a mandou congelar o material. Ele será analisado.
Daily Mail/Reprodução
Foto: Daily Mail/Reprodução
A mulher afirmou, em entrevista ao Daily Mail, que ainda não espera uma compensação financeira e acredita que o fato se tornou uma questão de saúde pública.

O que será que aconteceu com essa pessoa? Confira!

Ariana Página Russell, de 34 anos, moradora do Brooklyn, Nova York, sofre de uma rara doença que chama “dermatographia”. Quando ela esfrega ou riscos a si mesma, uma marca inchada vermelha é aparece no local. Em uma tentativa de combater o estigma, ela começou a fotografar as marcas em seu corpo. Suas imagens foram exibidas em galerias de todo os EUA. Para conseguir esses efetos, ela usa uma agulha de tricô. Como se fosse um lápis, escreve textos ou cria padrões abstratos no estômago, braços, pernas e rosto. Os desenhos, que são livres de dor, duram cerca de 30 minutos antes de desaparecer.

A causa exata da dermatographia não é conhecida, mas sabe-se que a doença afeta cerca de cinco por cento da população. Normalmente as pessoas recebem anti-histamínicos ou esteróides para ajudar a combater os sintomas, embora a maioria não procure tratamento.


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