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sábado, 27 de setembro de 2014

Gretchen diz que não é Vivi Araujo em vídeo íntimo: “Parece um travesti”

Amiga de Viviane Araujo, Gretchen defendeu a atriz na polêmica sobre o suposto vídeo íntimo, que vazou para a imprensa no início da semana.

Em entrevista ao jornal Extra, deste sábado (27), a rainha do rebolado diz que bota a mão no fogo ao dizer que não é Vivi quem aparece fazendo sexo com um desconhecido no meio da rua.

— Só o cabelo parece, mas o rosto é diferente. Você pode notar as feições de Vivi são delicadas. No vídeo é um nariz largo, uma testa imensa e as bochechas parecem silicone, por isso acho que parece um travesti. E outra: a conheço o suficiente para saber que se ela fizesse isso, seria com o Radamés. Sei o quanto é forte e sério o relacionamento deles.

Gretchen ainda comentou que Vivi está sofrendo o “preço do sucesso” após entrar na novela das nove da Globo.

domingo, 4 de maio de 2014

Musa do Instagram! Roberta Miranda explica foto em que aparece nua

SÃO PAULO - Roberta Miranda passou por uma saia justa durante participação no programa “Altas Horas”, da Globo, na noite do último sábado (3).
Uma das famosas mais ativas no Instagram, a cantora teve que explicar uma foto em que aparece nua, compartilhada no início deste ano na rede social e que causou ‘barulho’ na rede.
“Foi um banho básico na natureza maravilhosa. Alguém disse: ‘deixa eu tirar foto’. Não sabia que ia acontecer tudo isso [repercutir na imprensa]”, comentou.
Apesar de ter ficado sem graça, a cantora tirou de letra a exposição. “Eu tirei do Instagram. E depois de uma semana eu recoloquei. Porque nunca vi tantas curtidas”, brincou.
A artista tem feito tanto sucesso na internet, que seu nome ficou entre os tópicos mais comentados do Twitter durante a exibição do programa de Serginho Groisman.

domingo, 27 de outubro de 2013

Mulher mata e desmembra marido porque ele não quis tomar banho. Confira!

Não tomar banho pode ser fatal. Foi o que provou uma mulher da Rússia. A moradora da região de Stavropol matou e esquartejou o próprio marido, no último fim de semana, porque ele se recusava a tomar banho.
Segundo a polícia, o crime aconteceu após a mulher, de 26 anos, discutir com o marido, de 35.
Durante a briga, ela pegou um pedaço de ferro e bateu duas vezes na cabeça do marido. Depois disso, ela ainda o estrangulou com um cordão.

Após desmembrar o corpo, ela jogou os pedaços em uma floresta.
Vítima e suspeita ainda não foram identificados, mas os policiais disseram que a versão russa de Elize Matsunaga já foi presa e pode pegar a até 15 anos de prisão pelo crime sujo.

Garoto de 8 anos se casou com mulher de 61 anos. Confira!

Um estudante com idade de 8 anos se casou com mulher que teria idade de ser sua avó, Sanele Masilela, de 61 anos, alegou que seus antepassados mortos ordenou-lhe para arranjar um marido. O casal trocou alianças e se beijaram em uma cerimônia em Tshwane, África do Sul, só que ele não assinou uma certidão de casamento e não vivem juntos. A familia do garoto Helen Shabangu insistiu que fosse apenas realizado um ritual e não foi juridicamente vinculativo. Sanele disse: "Eu disse à minha mãe que queria se casar como eu realmente queria. "Eu estou feliz que eu me casei com Helen. Quando eu estou mais velho eu vou casar com uma senhora da minha idade". Helen disse: "avô Sanele pediu-lhe para se casar antes de morrer. Ele escolheu Helen porque ele a ama."Ao fazer isso, fizemos os ancestrais felizes. Se não tivéssemos, algo de ruim teria acontecido na família". Helen disse: "É o que os antepassados ​​queriam".





Estudante de arte vai perder virgindade diante de plateia em seu projeto de conclusão de curso. Confira!

Quando você acha que está começando a entender de arte, você descobre que não entende nada de arte.  
Clayton Pettet, um garoto inglês de 19 anos e aluno na escola de arte Central Saint Martins, na Inglaterra, decidiu criar um projeto chamado "A escola de artes roubou minha virgindade", em que acontecerá exatamente o que o nome indica que vai acontecer.  
Clayton é gay e virgem e pretende ter sua experiência inaugural com um colega, na frente de seus professores e alunos, como uma performance artística.  
Ele já foi bastante criticado por seus colegas.  
— Peripécias como esta fazem com que nossas relações sexuais percam o valor.  
Clayton não pensa assim e acredita que a performance será bem avaliada pelos professores  
— Decidi usar a minha [virgindade] e a perda dela para criar uma obra que gere um debate interessante.   Clayton já planejava o ato desde os 16 anos, mas nunca contou para os pais — que, agora, com a repercussão do caso, já devem estar sabendo de tudo.
O espetáculo está marcado para o dia dia 25 de janeiro de 2014, e será assistido por entre 50 e 100 pessoas, entre professores e colegas.

sábado, 26 de outubro de 2013

Após divórcio, médico pede de volta rim que doou à ex-mulher. Confira!

Richard Batista acusa a ex-mulher de impedi-lo de ver seus filhos.
Batista disse que doou o rim a Dawnell Batista em junho de 2001.
O médico de Long Island (EUA) Richard Batista, que mantém uma prolongada disputa de separação com Dawell Batista, quer que a ex-mulher devolva o rim que ele doou para ela ou pague uma compensação financeira de US$ 1,5 milhão.
Batista disse à imprensa, no escritório de seu advogado em Long Island, que decidiu tornar pública sua demanda porque se sente frustrado diante da demora do divórcio, que se arrasta há quase quatro anos.

Batista acusa a ex-mulher de impedi-lo de ver seus filhos, que têm 8, 11 e 14 anos de idade, algumas vezes durante meses inteiros. "Este é meu último recurso. Não queria fazê-lo de maneira pública", disse o médico.
Batista disse que doou o rim a Dawnell Batista, de 44 anos, em junho de 2001. A mulher entrou com pedido de divórcio em julho de 2005. Segundo Dominick Barbara, advogado de Batista, a ex-mulher começou uma relação extraconjugal entre 18 meses e dois anos após receber o transplante de rim.

Douglas Rothkopf, advogado que representa Dawnell Batista, não quis comentar as exigências de Richard Batista. Porém outros advogados acreditam ser difícil que ele tenha êxito em seu pedido.
"Estou neste negócio há mais de 40 anos e nunca havia ouvido algo parecido", disse Seymour J. Reisman, um advogado de Long Island, que é especialista em divórcios. "Não se trata de uma propriedade conjugal ou de um bem conjugal", afirmou Reisman.


Dedo da mão é pros fracos saiba por que!




sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Advogada dá voz de prisão à PM por abuso de autoridade. CONFIRA!

Durante a prisão de um manifestante no ato em repúdio a lei que proíbe o uso de máscaras por manifestações no Rio de Janeiro, uma advogada do grupo Habeas Corpus deu voz de prisão à um oficial da PM que a impedia do seu pleno exercício de trabalho. Tal procedimento é baseado no artigo 301 do Código de Processo Penal, que diz que " Qualquer do povo poderá e as autoridades policiais e seus agentes deverão prender quem quer que seja encontrado em flagrante delito." No caso em questão, o flagrante delito é o abuso de autoridade

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Crianças que nascem com os olhos COMPLETAMENTE negros, você já viu isso antes? Confira!

Vocês já viram isso antes?! Na internet muitos falam o que quer, e poucos falam a verdade… Existem muitas lendas por aí, que na realidade só é amplamente conhecida pelo poder de dispersão da internet, porque na realidade nenhuma delas são verdadeiras. Mais de fato é, que esses ocorridos de crianças com os olhos completamente negros, estão chamando muita atenção dos internautas ao redor do mundo, por conta de imagens e tudo mais. As crianças que tem esse tipo de olho é conhecido como BEK (Black-Eyed-Kids). Há uma história que se encontraram uma criança assim, onde ela bateu na porta de um morador, pedindo a autorização para entrar, só que o morador se assustou com os olhos da criança e bateu a porta na cara e foi o que soubemos… Fim da história… Agora me diz, vocês leitores do vai e vem notícias, conhecem alguém, ou alguma história parecida? Dessas crianças BEK? Bom, vamos ver…

Professor que assumiu homossexualidade é apedrejado até a morte. CONFIRA!

Foi encontrado morto no começo da manhã desta sexta-feira, 11, no fundo da Escola de Tempo Integral (ETI) Eurídice de Melo, no Jardim Aureny III, em Palmas, o professor Arione Pereira Leite, de 56 anos. Ele foi apedrejado na cabeça, sofreu afundamento craniano e morreu no local.
 
O corpo estava próximo ao carro da vítima, na Rua 26. Uma das três filhas de Arione foi até o local e fez a identificação do cadáver, uma vez que não foram encontrados documentos pessoais com o professor. De acordo com a Polícia Militar (PM), a pedra usada no crime tinha cerca de 15 cm de diâmetro.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e após a confirmação da morte do professor, o corpo foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) da capital. A lideração deve ocorrer nas próximas horas.
Natural da cidade de Novo Acordo, Arione morava na quadra 1.104 sul e dava aulas de português na Escola Municipal Aurélio Buarque, onde trabalhava há 5 anos.Segundo amigos, ele havia assumido a homossexualidade recentemente. A hipótese de crime homofóbico está sendo investigada pela Divisão de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP). 
Abalada, Bethânya Gabrielle, que era aluna da vítima, contou, em entrevista à REDE TO, que Arione era uma pessoa divertida que amava o que fazia. “Ontem durante a aula, ele estava tão alegre; falou que iria viajar, é inacreditável”, disse. 
Professor que havia assumido a homossexualidade recentemente é apedrejado até a morte (Foto: Dermival Pereira, Rede TO)
O presidente do Grupo Ipê Amarelo pela Livre Orientação Sexual, Henrique Ávila, afirmou que só este ano, foram três homicídios motivados por razões homofóbicas na capital tocantinense. “Estamos entristecidos com a notícia e isso só reforça a necessidade do governo em criar medidas emergenciais para o fim da homofobia em nosso estado, pois os crimes de ódio só estão aumentando e o governo não toma uma postura diante de tudo”, afirmou.

"Desacatei policial que me chamou de gostosa e fui presa". CONFIRA!

Uma jovem está parada na rua olhando o celular. Pouco depois, vários policiais estacionam suas motos ao seu lado. Alguém fala e ela responde. Não é possível ouvir o que dizem, mas em seguida, eles decidem detê-la. “Eu estou sendo presa por desacato a autoridade porque o policial me chamou de gostosa e achou isso certo”, grita para a câmera logo ali.

Sim, ele chamou ela de gostosa e ela não gostou. Reagiu. A punição? Xilindró, lógico!
A cena aconteceu durante a manifestação de ontem em defesa da educação no Rio de Janeiro. Nela, podemos perceber, ao vivo e a cores, o resultado perverso da combinação entre autoritarismo e uma sociedade que oprime as mulheres.
Comecemos nossa curta análise pela autoridade: o Estado detém, em nossa sociedade, a prerrogativa do uso da força (eu até diria monopólio, mas acho que isso não se aplica ao Rio de Janeiro, com seu tráfico e suas milícias).

“Eu estou sendo presa por desacato a autoridade porque o policial me chamou de gostosa e achou isso certo”. A cena aconteceu durante manifestação em defesa da educação no Rio de Janeiro
 
desacato pm protestos rio janeiro

A Polícia Militar, um de seus braços armados, é responsável por “manter a ordem”, ou seja, deixar as coisas tal como elas estão, sem qualquer perturbação aos governantes e aos de cima.
Essa “missão” já seria suficiente para motivar as frequentes repressões aos protestos, em especial quando eles têm como alvo agências bancárias, representantes simbólicas da concentração do capital. Mas, soma-se a isso o fato de a nossa PM seguir com todos os seus vícios, mandos e desmandos da ditadura civil-militar, prendendo primeiro e perguntando quem é depois. E voilà: temos uma polícia que sai batendo a torto e a direito e esguichando gás de pimenta como se estivesse desinfetando baratas. Uma PM que justifica essas mesmas ações com um sonoro “fiz porque quis”.
Na situação descrita no começo do texto, porém, há um fator a mais: ela foi detida não só porque estava nos arredores do protesto, o que já demonstraria toda essa arbitrariedade da polícia, mas porque reagiu a uma situação de assédio sexual. Não aceitou ser chamada de “gostosa”.
Nossa sociedade é perpassada por uma série de relações hierárquicas desiguais: de classe, de raça/etnia, de sexualidade e, claro, de gênero. Isso quer dizer que as mulheres (e não me refiro aqui ao sexo feminino) estão em uma posição de inferioridade em relação aos homens e, pior que isso, elas são histórica e socialmente consideradas suas propriedades.
Esse sentimento de posse não é apenas exercido de maneira individual, por exemplo em um casamento, mas é também coletivo. A noção de que a mulher é um objeto perpassa o microcosmo para chegar à coletividade: servimos tanto para o trabalho doméstico “gratuito” quanto para sermos “tomadas” ou “assediadas” na rua, quando os homens não “conseguem” segurar seus impulsos sexuais.
A opressão é uma realidade cotidiana. Em pesquisa recente do Think Olga, feita com 7762 mulheres, 99,6% das entrevistadas disseram que já haviam recebido cantadas e 83% delas não gostavam disso, mas apenas 27% conseguiam reagir.
Ou seja, a garota do vídeo está entre uma minoria que consegue, mesmo diante de toda a desigualdade que vivemos, não se calar. E o resultado é uma punição absurda, em que o deveria ser um belo exemplo de insubordinação das mulheres transforma-se em uma lição do que não pode se repetir.
Afinal, não deveria ser o policial militar o encarcerado por assédio sexual e por abuso de autoridade?
(Em tempo: não sei o final da história da garota, conheço apenas o que vi no vídeo.)

Escola não expulsará 'colegas' que estupraram aluna; garota se suicidou. CONFIRA!

Escola diz que não poderia expulsar colegas que estupraram aluna. Família processa cidade universitária por negligência em relação a bullying (Foto: Divulgação)
O colégio Saratoga, onde a californiana de 15 anos Audrie Pott estudava, disse que não poderia expulsar os alunos que a estupraram. Ela foi abusada por três colegas, dos quais dois eram da instituição, e cometeu suicídio ao não suportar o bullying provocado pela distribuição de fotos do ataque.
Segundo o canal norte-americano Fox News nesta quinta-feira (18), para o superintendente da escola, Bob Mistele, o incidente não se passou dentro do colégio e, por isso, os garotos não poderiam ser expulsos.
Em uma festa do pijama na casa de um colega, Pott bebeu até ficar inconsciente e, ao dormir em um quarto, sofreu abuso de três garotos, que distribuíram um acervo de fotos e vídeos das cenas de estupro no colégio.
O caso ocorreu em setembro de 2012, mas retomou a atenção dos noticiários dos Estados Unidos na semana passada depois que as autoridades encontraram evidências mais fortes de envolvimento de amigos de Pott no crime. garota estupro suicídio pottContudo, a família acredita que, apesar do estupro ter ocorrido fora da instituição de ensino, vários alunos da escola estão de prova de que foi disseminada ao menos uma fotografia com o propósito de intimidar Pott.
Segundo a Fox News, os alunos foram acusados formalmente pela Justiça norte-americana ainda em 2012, mas permaneceram na escola até abril deste ano, quando foram tirados da sala de aula sob acusação de assédio sexual e distribuição de conteúdo pornográfico infantil. 
Além dos colegas da estudante, a família de Pott processa a cidade universitária de Los Gatos-Saratoga, na Califórnia, por negligência em relação ao bullying sofrido por ela. Os administradores do distrito estudantil não registraram a reunião feita com eles e a família da estudante, antes do suicídio, na qual os pais da estudante teriam informado sobre as humilhações.
Pott se matou oito dias após o estupro.

Aplicativo evita incesto não-intencional na Islândia. CONFIRA!

Saiba com quem fala. Na pequena Islândia, onde é comum se encontrar com parentes sem saber, um aplicativo evita o incesto não intencional
Noite em Reykjavik, capital da Islândia (Arquivo)

A Islândia é um país peculiar. Pontuada por vulcões e vastas planícies nevadas, a maioria de seus habitantes se encontra na capital, Reykjavik, ou em cidades menores, como Akureyri e Akranes. É uma população pequena, pouco mais de 320 mil habitantes, tanto que a lista telefônica é elencada por primeiros nomes e pela profissão. Assim fica fácil saber que o Thor com que se quer falar é mesmo o Thor peixeiro, não o Thor eletricista, algo somente possível em um país onde todos se conhecem ou conhecem alguém que conhece a terceira pessoa. Mesmo ao discar o número errado, encontra-se o interlocutor desejado, visto que a vítima do engano normalmente conhece quem se procura.

Essa peculiar proximidade motivou um grupo de estudantes da Universidade da Islândia a fundar a companhia de software Sad Engineer Studios e lançar seu primeiro aplicativo, o Íslendingabók (algo como livro dos islandeses). Ele tem o mesmo nome de uma base de dados nacional que recolhe informações genealógicas sobre os habitantes da ilha desde o ano de 800 (www.islendingabok.is). O intuito principal do aplicativo não é somente fornecer informações históricas, mas também evitar casos de incesto.
islândia incesto aplicativo “Dormir com um parente acidentalmente é uma piada frequente na cultura islandesa”, disse Arnar Freyr Aðalsteinsson, um dos criadores do aplicativo. “Por isso uma das funções é o Bump, que permite que usuários saibam se duas pessoas têm alguma conexão familiar ao tocar seus telefones.” “Não sabemos se outros países têm linhagens sanguíneas tão próximas quanto as nossas, mas temos certeza de que o Íslendingabók é único, por ser tão completo”, afirmou ao site Digital Trends. “Existem outros usos como saber se a sua tia mente a própria idade ou a data exata dos aniversários de todo mundo na família.” 
O aplicativo está disponível para Android. Um usuário postou esta resenha na loja Google Play: “Muito bom, se tivesse baixado antes não teria ido para casa com minha tia.” Só mais um exemplo do famoso humor islandês.

Grávida causa polêmica ao postar fotos treinando. Confira!

A cerca de uma semana do nascimento de seu terceiro filho, a fisiculturista Lea-Ann Ellison se viu em meio a uma polêmica na internet. Apesar do barrigão de oito meses, a bodybuilder mantém sua rotina de exercícios e, recentemente, publicou fotos suas levantando bastante peso. As imagens rodaram o mundo e receberam inúmeras críticas pelo que os internautas consideraram irresponsabilidade da americana.

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- Oito meses grávida com o bebê número três, e CrossFit tem sido minha sanidade. Tenho feito CrossFit por dois anos e meio e acredito fortemente que a gravidez não é uma doença, mas um tempo para aproveitar as capacidades do seu corpo para fazer tudo – escreveu, ao postar as primeiras fotos.
Diante da repercussão das fotos, Ellison criou um álbum em sua conta no Facebook chamado “As fotos controversas”. E respondeu aos críticos, em entrevista ao site “Parentdish”, afirmando que não se arrepende tanto de ter mantido sua rotina de exercícios quanto de tê-la divulgado.
- As pessoas sempre vão falar mal sobre algo que elas não compreendem. Estou bem com isso. Parece que as pessoas mais ignorantes são as que falam mais e mais alto. A maioria das pessoas se mostrou positiva e me apoiou. Recebi muitas notas de agradecimento e apoio, me senti reconfortada.

Anitta pode ser processada por plágio. Confira!

Jane Lopes de Andrade, mãe de MC Brunninha, notificou extrajudicialmente a cantora Anitta e a gravadora Warner. Ela alega que a parte inicial da melodia da música “Show das poderosas” é idêntica à canção de sua autoria, “Corpo de mola”, interpretada pela filha. “Segundo a lei de direitos autorais, a utilização de obra musical, ou parte dela, depende de autorização prévia do autor. Minha cliente teve parte de sua obra apropriada por Anitta, que se intitula autora própria da canção”, explica o advogado Sydney Sanches, que frisa: “A letra não é igual, mas o arranjo é o mesmo”.
Caso não cheguem a um acordo, a briga deve ganhar os tribunais. Sanches pretende tomar medidas judiciais para suspender a utilização e comercialização da música, faixa do recém-lançado CD da cantora. O que está em jogo também é todo o lucro que já foi obtido com o hit de Anitta, que estourou nas paradas nacionais e fez sucesso até no exterior. Pre-para!

Estão querendo clonar o John Lennon! O que você acha disso? Confira!

Se cientistas estão desenvolvendo técnicas para clonar mamutes, o mesmo poderá ser feito com seres humanos, em breve!

Você não precisa ser um grande fã dos Beatles para saber que a banda tem um valor grandioso quando o assunto é música e que o assassinato de John Lennon foi um dos momentos de maior tristeza do mundo artístico, certo? Talvez seja por isso que algumas pessoas por aí acreditem que criar um clone do marido de Yoko Ono seja uma boa ideia.
Um dentista canadense, chamado Michael Zuk, espera conseguir criar um novo John Lennon a partir de um dente do músico. A lógica usada por ele é a de que “se os cientistas acham que podem clonar mamutes, então John Lennon pode ser o próximo”.

O dentista é proprietário de um dente do cantor, que adquiriu em 2011 pela bagatela de US$ 30 mil, em um leilão. O dente foi originalmente doado pelo cantor a sua empregada doméstica, como um presente meio bizarro.

Será?




E, agora que o item pertence a Zuk, ele espera conseguir extrair o DNA de Lennon da raiz do dente. Em declaração publicada no portal Examiner, Zuk afirma que seria fantástico ter algum tipo de participação em um projeto cujo objetivo é trazer de volta ao mundo uma das maiores estrelas do rock de todos os tempos.


Zuk diz estar muito empolgado com o fato de que, em breve, cientistas terão o DNA de Lennon completamente sequenciado. “Com os cientistas trabalhando em meios de clonar mamutes, a mesma tecnologia poderia ser usada para tornar a clonagem de seres humanos uma realidade”, declarou o dentista, esperançoso.

O que você acha dessa ideia maluca? Será que daria certo ou a ambição é maior do que o senso de realidade? 














#Pelegrino Rox

Os 12 defeitos mais insuportáveis dos brasileiros. Confira!

Os brasileiros são incríveis, além de únicos, pois entre os povos que habitam esse planeta, os brasileiros são os mais acolhedores. Entretanto, certos comportamentos, melhor dizendo, caraterísticas do nosso povo são extremamente irritantes. Talvez sejam resultados de fatos históricos, talvez seja resultado dessa cultura tão miscigenada…. não dá para saber ao certo de onde provém esses defeitos mas é certo que eles estão presentes do norte ao sul desse país. Não que tais sejam exclusividades brasileiras, apesar de que nas terras tupiniquins pareça muito mais acentuado que em outros lugares. Veja a lista e dê sua opinião:

Obs.:Lembrando que este post no blog Os Güelos fala da maioria dos brasileiros e não está generalizando. Maioria = Número excedente a metade do todo; grupo preponderante.

Ressaltamos também que os itens não estão por ordem de importância.



1. Brasileiros são um bando de Maria-vai-com-as-outras

A explicação para o excesso de reclamação e para a falta de reação já virou estudo aqui no Brasil. O resultado não apresentou nenhuma novidade: O brasileiro não tem o hábito de protestar no cotidiano. A corrupção dos políticos, o aumento de impostos, o descaso nos hospitais, as filas imensas nos bancos e a violência diária só levam a população às ruas em circunstâncias excepcionais. Por que isso acontece? A resposta a tanta passividade pode estar em um estudo de Fábio Iglesias, doutor em Psicologia e pesquisador da Universidade de Brasília (UnB). Segundo ele, o brasileiro é protagonista do fenômeno “ignorância pluralística”, termo cunhado pela primeira vez em 1924 pelo americano Floyd Alport, pioneiro da psicologia social moderna.
“Esse comportamento ocorre quando um cidadão age de acordo com aquilo que os outros pensam, e não por aquilo que ele acha correto fazer. Essas pessoas pensam assim: se o outro não faz, por que eu vou fazer?”, diz Iglesias. O problema é que, se ninguém diz nada e consequentemente nada é feito, o desejo coletivo é sufocado. O brasileiro, de acordo com Iglesias, tem necessidade de pertencer a um grupo. “Ele não fala sobre si mesmo sem falar do grupo a que pertence.”
Iglesias começou sua pesquisa com filas de espera. Ele observou as reações das pessoas em bancos, cinemas e restaurantes. Quando alguém fura a fila, a maioria finge que não vê. O comportamento-padrão é cordial e pacífico. Durante dois meses, ele analisou o pico do almoço num restaurante coletivo de Brasília. Houve 57 “furadas de fila”. “Entravam como quem não quer nada, falando ao celular ou cumprimentando alguém. A reação das pessoas era olhar para o teto, fugir do olhar dos outros”, afirma. O aeroviário carioca Sandro Leal, de 29 anos, admite que não reage quando vê alguém furar a fila no banco. “Fico esperando que alguém faça alguma coisa. Ninguém quer bancar o chato”, diz.
Iglesias dá outro exemplo comum de ignorância pluralística: “Quando, na sala de aula, o professor pergunta se todos entenderam, é raro alguém levantar a mão dizendo que está com dúvidas”, afirma. Ninguém quer se destacar, ocorrendo o que se chama “difusão da responsabilidade”, o que leva à inércia.
Mesmo quem sofre uma série de prejuízos não abre a boca. É o caso da professora carioca Maria Luzia Boulier, de 58 anos. Ela já comprou uma enciclopédia em que faltava um volume; pagou compras no cartão de crédito que jamais fez; e adquiriu, pela internet, uma esteira ergométrica defeituosa. Maria Luzia reclamou apenas neste último caso. Durante alguns dias, ligou para a empresa. Não obteve resposta. Foi ao Procon, mas, depois de uma espera de 40 minutos, desistiu de dar queixa. “Sou preguiçosa. Sei que na maioria das vezes reclamar não adianta nada”, afirma.
O “não-vai-dar-em-na-da” é um discurso comum entre os “não-reclamantes”. O estudante de Artes Plásticas Solano Guedes, de 25 anos, diz que evita se envolver em qualquer situação pública. “Sou omisso, sim, como todo brasileiro. Já vi brigas na rua, gente tentando arrombar carro. Mas nunca denuncio. É uma mistura de medo e falta de credibilidade nas autoridades”, afirma.
A apatia diante de um escândalo público também é frequente no Brasil. Nas décadas de 80 e 90, o contador brasiliense Honório Bispo saiu às ruas para lutar pelas Diretas Já e pelo impeachment do ex-presidente Fernando Collor. Caso que apenas se concretizou pelo massivo uso da imprensa. Estudiosos acreditam que o Impeachment nunca aconteceria se a mídia não colocasse no ar o ataque massivo ao presidente: 10 das 24 horas de programação das emissoras nas semanas anteriores ao ato divulgavam a  ideia das Diretas Já e Impeachment.
O estudo da UnB constatou que a “cultura do silêncio” também acontece em outros países. “Portugal, Espanha e parte da Itália são coletivistas como o Brasil”, afirma o psicólogo. Em nações mais individualistas, como em certos países europeus e a vizinha Argentina, o que conta é o que cada um pensa. “As ações são baseadas na auto-referência”, diz o estudo. Nos centros de Buenos Aires e Paris, é comum ver marchas e protestos diários dos moradores. A mídia pode agir como um desencadeador de reclamações, principalmente nas situações de política pública. “Se o cidadão vê na mídia o que ele tem vontade de falar, conclui que não está isolado”, afirma o pesquisador.
O antropólogo Roberto DaMatta diz que não se pode dissociar o comportamento omisso dos brasileiros da prática do “jeitinho”. Para ele, o fato de o povo não lutar por seus direitos, em maior ou menor grau, também pode ser explicado pelas pequenas infrações que a maioria comete no dia a dia. “Molhar a mão” do guarda para fugir da multa, estacionar nas vagas para deficientes ou driblar o engarrafamento ao usar o acostamento das estradas são práticas comuns e fazem o brasileiro achar que não tem moral para reclamar do político corrupto. “Existe um elo entre todos esses comportamentos. Uma sociedade de rabo preso não pode ser uma sociedade de protesto”, diz o antropólogo.
O sociólogo Pedro Demo, autor do livro Cidadania Pequena s (ed. Autores Associados), diz que há baixíssimos índices de organização da sociedade civil – decorrentes, em boa parte, dos também baixos índices educacionais. Em seu livro, que tem base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o sociólogo conclui que o brasileiro até se mobiliza em algumas questões, mas não dá continuidade a elas e não vê a importância de se aprofundar. Um exemplo é o racionamento de energia ocorrido há doze anos: rapidamente as pessoas compreenderam a necessidade de economizar. Passada a urgência, não se importaram com as razões que levaram à crise. Para o sociólogo, além de toda a conjuntura atual, há o fator histórico: a colonização portuguesa voltada para a exploração e a independência declarada de cima para baixo, por dom Pedro I, príncipe regente da metrópole. “Historicamente aprendemos a esperar que a decisão venha de fora. Ainda nos falta a noção do bem comum. Acredito que, ao longo do tempo, não tivemos lutas suficientes para formá-la”, diz Demo.
A historiadora e cientista política Isabel Lustosa, autora da biografia Dom Pedro I, um Herói sem Nenhum Caráter (Companhia das Letras), acredita que os brasileiros reclamam mas têm dificuldades de levar adiante esses protestos sob a forma de organizações civis. “Nas filas ou mesas de bar, as pessoas estão falando mal dos políticos. As seções de leitores de jornais e revistas estão repletas de cartas de protesto. Mas existe uma espécie de fadiga em relação aos resultados das reclamações, especialmente no que diz respeito à política.” Segundo Isabel, quem mais sofre com a falta de condições para reclamar é a população de baixa renda. Diante da deterioração dos serviços de educação e saúde, o povo fica sem voz. “Esses serviços estão pulverizados. Seus usuários não moram em suas cercanias. A possibilidade de mobilização também se pulveriza”, diz.
Apesar das explicações diversas sobre o comportamento passivo dos brasileiros, os estudiosos concordam num ponto: nas filas de espera, nos direitos do consumidor ou na fiscalização da democracia, é preciso agir individualmente e de acordo com a própria consciência. “Isso evita a chamada espiral do silêncio”, diz o pesquisador Iglesias. O primeiro passo para a mudança é abrir a boca.

2. Brasileiro reclama de tudo e não resolve nada

Reclamação vem do latim reclamatione, que designa o ato de “desaprovação manifestada por gritos”, e do verbo reclamare (reclamar) que significa exigir ou reivindicar. Essa, sem sombras de dúvida, é a atitude mais adorada e praticada pelos brasileiros. Nosso povo reclama de tudo em casa ou no bar!
Apesar do abuso desse ato, o problema não está em reclamar: o problema está em apenas reclamar. Não existe o hábito do segundo passo por aqui. A pessoa reclama, xinga muito no Twitter e fica por isso mesmo. A parte mais importante, que seria achar a solução para reclamação, simplesmente é abandonada, transformando a atitude de reclamar em algo totalmente inútil.

3. Brasileiro acha que a vida é resumida em futebol, fofoca, carnaval, cerveja e putaria

Oito em cada dez brasileiros tem o assunto do seu dialogo com os outros resumido nesses termos. Quando não está falando de futebol, está falando de sexo ou fofocando ou falando do quanto bebeu no final de semana e vice-versa. Qualquer tema que saia dessa esfera é rejeitado pela maioria, exceto, se o tema for inicio de um reclamação coletiva (do tipo que não vai dar em nada). Não é de estranhar que a definição do Brasil seja “o país do futebol e do carnaval”.
Tanto a filosofia quanto a Psicologia e a Sociologia explicam que essas paixões comprometem o intelecto humano. Tal como um homem apaixonado pela sua amada, o ser apaixonado não pensa, somente age de acordo com suas emoções. Os brasileiros dão provas que essas paixões os transformam em verdadeiros “trouxas”, entre os quais podemos destacar os seguintes fatos decorridos dessa passionalidade:

- Ronaldinho Gaúcho ganhando medalha Machado de Assis da Academia  Brasileira das Letras;
- Bruna Surfistinha virando best-seller e depois blockbusters;
- Brigas de torcidas;
- Brigas anuais nas apurações das campeãs do Carnaval;
- Pelé sendo reconhecido como um dos maiores brasileiros de todos os tempos pela Times;
- Pesquisas mostrando que brasileiro gasta mais com cerveja do que com Educação;
- Xvideo (sexo) como o vigésimo segundo site mais acessado do Brasil, perdendo apenas para sites de funções essenciais(como Google e sites de bancos) e para redes sociais.

Muito se pergunta se o Brasil poderá suportar seu crescimento diante de pensamento tão rudimentar. Existe uma estimativa construída em cima das pesquisas realizadas pelo IBGE que diz que provavelmente daqui a 5 anos o Brasil venha a atingir índices de países de primeiro mundo em diversas áreas. Porém, como comportar tamanho avanço se a cultura brasileira continua a mesma? É por esse motivo que a entrada de estrangeiros no nosso mercado de trabalho cresce a cada dia. Importar “cabeças-pensantes” é lucrativo para empresas já que aqui as cabeças estão ocupadas com outros pensamentos. Enquanto os gringos buscam soluções para os setores da indústria e da sociedade, nós continuamos com a imaturidade de apoiar nosso micro-universo na preocupação com nossos times de futebol e quantos dias de folga vamos pegar no carnaval. A carência de ambição e a passividade diante do que precisa ser feito converte a maior parte dos brasileiros em cartas fora do baralho do setor industrial quando o assunto exige dedicação e disciplina.

4. Brasileiro gosta da hipocrisia

 “Sem as pequeninas hipocrisias mútuas nos tornaríamos intoleráveis uns para os outros”. A frase é atribuída ao filósofo alemão Emanuel Wertheimer, coincidindo com as práticas gerais do mundo até nas grandes hipocrisias, como frequentemente chega ao nosso conhecimento por meio das manchetes diárias. Há milênios condenada pela sociedade, a Hipocrisia se encontra presente, acompanhando o homem desde do seu engatinhar pela superfície terrestre. Sua definição é difícil de lidar e sua complexidade é relevante, já que, em certas situações, o que parece hipocrisia, na verdade não é.
“Impostura, fingimento, simulação, falsidade”. Dessas quatro facetas ligadas à definição da hipocrisia provavelmente a menos conhecida é a impostura, como “artifício para iludir, embuste, vaidade ou presunção extrema”. De qualquer maneira, o que se ressalta aí é a presença da mentira. No caso da hipocrisia, a mentira social por excelência.
O conceito mais comum de hipocrisia, conceito qual iremos adotar aqui para discutir a situação brasileira, seria o ato de fingir ter crenças, virtudes, ideias, devoção, comportamento e sentimentos para alcançar o apreço publico, mesmo sendo o acusador vítima da sua própria crítica. Ou seja, o assassino que condena o homicídio, o funkeiro que critica a música ruim do Latino, o analfabeto que reclama da falta de leitura do povo.
Brasileiro adora uma boa hipocrisia. São tantos os exemplos para provar essa ultima afirmação que até fiquei em dúvida sobre qual deveria escolher. Optei pelo mais conhecido: Brasileiros versus emissoras de TV. Não deve ser novidade para ninguém que o Brasileiro critica e repudia programas de TV os quais assiste. BBB, o maior exemplo de hipocrisia brasileira, mostra a real face desse povo: de um lado, pessoas engajadas, criticando, dizendo para os outros não assistirem o programa. De outro, um dos programas com uma das maiores audiências da era dos “reality shows”. Nem é preciso ser especialista comportamental para saber que alguém está mentindo nessa história, ou precisa? De maneira semelhante temos o Zorra Total, o programa mais odiado pelo público brasileiro e líder de audiência do seu horário. Oras, de onde provém essa controvérsia senão da mentira e falsidade de alguns que condenam diante do olhar alheio mas, no aconchego do seu lar, passa parte do seu tempo livre assistindo esses programas.
Além dessa hipocrisia direta temos a hipocrisia indireta. Assumindo o mesmo exemplo anterior, podemos dizer que é um hipócrita de forma indireta aquele que reclama de quem assiste BBB, alegando que o último é um programa sem caráter cultural, contudo, não perde o jogo de futebol de quarta a noite ou mesmo, faz questão de assinar um canal de TV exclusivo de Futebol. São dois lados de uma mesma moeda.

5. Brasileiro não sabe lidar com o politicamente correto e politicamente incorreto

Quem tem boa memória e passa algumas horas do seu dia na frente do computador deve lembrar do caso do Stand Up do Rafinhas Bastos ano passado. Durante um dos seus shows, Rafinha resolveu utilizar do humor negro extreme nonsense, típico dele, fazendo uma piadinha um tanto sem graça sobre o estuprador fazer um favor à uma feia quando a estupra.
Quando essa notícia se espalhou foi o caos. Todo mundo condenou o humorista. Foi um tal de “esse cara tem que ser preso” para lá e um “que absurdo, é o fim do mundo” para cá.
Algum tempo depois, começou o novo BBB e aconteceu o  tal “estupro”. O que você pensa que o povo brasileiro fez? Criticou? Não, pelo contrário, ele brincou com a situação, fazendo piadinhas sobre o ocorrido. O politicamente correto foi esquecido, o que leva ao pensamento que aqui no Brasil parece que ele é de lua, ou vem por estação…. não dá para definir. Em certa hora o brasileiro desaprova, condena, critica tal ato incorreto, em outra, pratica e apoia.

6. Brasileiro tem o pé no extremismo para babaquices

Fanatismo ideológico é o estado psicológico que caracteriza qualquer pessoa como idiota. O Fanático é irracional, inflexível, persistente e teimoso. Sua natureza irregular, baseada em paixões, leva a paranoias e gera preconceitos e agressividade com quem discorda de seus valores e crenças. Nos países árabes, esse estado é bastante comum por causa da religião. Em alguns países europeus, extremismo e fanatismo se misturam na busca de alguns grupos por liberação de certos estados de seus países. Já aqui no Brasil…. bem, aqui é uma coisa inexplicável. Brasileiro adota o fanatismo para as coisas mais idiotas, por exemplo:
Defender partidos políticos (PT e PSDB é tudo farinha do mesmo saco, mermão!)
Defender crenças religiosas (Evangélico conservador que paga dízimo para pastor e se acha no direito de julgar a vida de todo mundo)
Brigar por times de futebol ( Enquanto você briga, eles recebem um salário gordo e riem da sua cara de otário)
Arrumar confusão por causa de celebridades, atores, atrizes, músicos ( Familia Restart é o cacete da Maria João! Lady Gaga não canta, apenas troca de roupa! Justin Bieber fez sucesso apenas por causa do cabelo! Tarantino é uma farsa! Chorem mimimimi…)
Esses são exemplos somente de uma pequena fração de todos os tipos de fanatismos babacas verde e amarelo. Deveria existir um projeto de lei que classificasse as pessoas por grau de idiotice fanática. Quem fosse reprovado deveria ser jogado, de imediato para evitar a contaminação aos demais, na Ilha de Queimada Grande para servir de alimento para as cobras do local.

7. Brasileiro não admite a própria culpa

“A culpa é minha e eu coloco ela em quem eu quiser” uma das famosas frases de Homer Simpson faz total sentido nessa republica. Segundo International Stress Management Association – em pesquisa com mais de com 1.000 profissionais – praticamente metade dos brasileiros analisados (47%) apresentam um comportamento agressivo quando algo dá errado e tende a negar a participação no erro. Percentual altíssimo se comparado aos países orientais e alguns europeus, os quais não ultrapassam os 14%.
Já faz parte da nossa cultura colocar a culpa nos outros. Não unicamente no trabalho mas em tudo que estamos envolvidos. O Brasil não funciona é culpa dos políticos e não nossa e do nosso voto e apatia frente a tanta corrupção. Enchetes ocorrem por causa do acumulo de lixo nos bueiros e a culpa é do El nino. Para tudo há sempre um bode expiatório.
Um exemplo clássico disso é a falta de leitura dos brasileiros atribuída aos preços dos livros. O Brasileiro consumiu a média 120 litros de cerveja por habitante em 2010.  A estimativa é que ultrapasse a marca de 15 bilhões de litro de cerveja em 2012 segundo a Sindicerv. Acredita-se que o gasto do brasileiro de classe C2 a B2 seja de R$ 360 reais anuais. O estudo da CBL (Câmara Brasileira dos Livros) mostra que o brasileiro lê em média 1,8 livros/ano e os livros mais comprados no nosso mercado tem preço em torno de 35 reais. Desse modo, assumindo todos esses fatos, fica claro que a falta de leitura do brasileiro vem pela ausência de vontade. Oras, comprar R$ 360 reais de cerveja pode mas gastar R$ 35 reais com um livro é muito caro? Eita “ paíszinho”….

8. Brasileiro não sabe resolver um problema de cada vez

Eis que existe um problema que incomoda muita gente e que ninguém nunca mexeu um dedo para solucionar. Certo dia, um brasileiro resolve sair do seu estado apático e coloca a mão na massa. Consegue um percentual razoável de apoio para sua ideia e ela começa a evoluir até que se torna popular. Nesse momento, o outro lado dos brasileiros apresenta-se: o de querer resolver tudo de uma vez só.
Você apresenta uma proposta para reduzir os impostos da importação de produtos e aparece sujeito dizendo que “enquanto perdemos tempo querendo diminuir os impostos, políticos roubam verbas em Brasília”. Você apresenta uma proposta para acabar com a violência nos esportes e aparece um brasileiro dizendo que “enquanto perdemos tempo querendo cessar a violência nos esportes, faltam medicamentos nas farmácias populares”. PORRA! Mas que diabos esse sujeito estava fazendo que não tomou a iniciativa para resolver esses problemas…. ficou esperando alguém tomar a iniciativa para resolver outro problema que não tem nada a ver com aquele que ele exalta para ficar reclamando. E assim, ninguém nunca resolve nada! Achar que tudo pode ser resolvido de uma só vez é um pensamento de babaca que leva ao fracasso. Se você acha que tal problema não é prioridade, faça a sua campanha para resolver o problema que você considera principal e não fique criticando quem está tentando melhorar o nosso país.

9. Brasileiro acha que os EUA é o melhor em tudo

Você deve conhecer algum brasileiro que foi para os EUA e voltou para a nossa amada terra parecendo um robozinho defensor do Tio Sam, ou não?  Eu conheço muitos. Sujeito vai para o exterior, principalmente para os EUA, e volta desdenhando tudo.
Esse hábito é de visitar o exterior e adotar o lado do extremo-negativo quando volta é típico de brasileiro. Comparações que, por muitas vezes, não fazem qualquer sentido, como as reclamações por não haver aqui um fast-food em cada esquina.
O que brasileiro tem que compreender é que cada país é um país. São culturas diferentes, são histórias diferentes, são povos diferentes. Você adotar o que há de positivo lá fora e implantar aqui é ótimo. Ruim é você ver o que há de positivo lá fora para ficar desdenhando o que há de simples por essas bandas.

10. Brasileiro é o câncer da Internet

A raça mais odiada da Internet tem nome: Brasileiros. Não é questão de xenofobia, o repúdio dos brasileiros por outros povos na Internet é pela total falta de postura e ética nossa no meio virtual. O comportamento baderneiro incomoda muitos povos, por isso que os brasileiros tem seu acesso restrito em diversos MMORPG (jogos grátis), fóruns, sites, redes sociais, entre outros. O brasileiro barbariza os blogs com comentários impertinentes com requintes de baixaria e quase sempre anônimo que é uma característica cultural do povo. Somos o povo mais irritante e troll da Internet.
O Orkut e Facebook são exemplos disso. Quando o Orkut era febre nos outros países, tudo era muito organizado, até que os brasileiros colocaram os pés nas terras googleanas. Foi um deus nos acuda, tamanha a bagunça que a rede virou. As comunidades de idioma inglês foram invadidas pelos brasileiros que começavam a falar em português no meio de debates em inglês. Os gringos irritados com tanta bagunça mudaram para o Facebook. E assim foi até que os brasileiros migraram para o Facebook e o abrasileiraram (leia-se Orkutizaram). O reflexo dessa mudança canarinho já foi demonstrado na ultima pesquisa de ingresso e saída da empresa que mostram a migração dos gringos para redes sociais alternativas. A invasão brasileira acabou se tornando ameaças para essas empresas da web por representarem grandes baixas nos países onde a empresa já possui determinado sucesso, levando a mesma proibir a nossa entrada com o intuito de manter o negócio.
Brasileiro enche essas redes de spam, de gifs que brilham, de páginas de humor, de páginas de putaria… compartilham qualquer coisa a qualquer tempo. Embora não exista nenhum Código de Ética para Internet, o bom senso deve estar sempre presente. Assim, compartilhar no Facebook, por exemplo, a foto de um gato esquartejado ou algo do gênero não é legal, todo mundo sabe disso, exceto a massa brasileira.
De modo parecido os brasileiros invadem os MMORPG’s. Em semanas eles destroem com os servers. Talvez devido a nossa natureza corrupta, corrompemos tudo que tocamos. E daí surge os BOTS, hacks, cheats e tantos outros mecanismos para obter vantagens sobre os outros que nós inventamos e que fazem os jogos perderem toda a graça.
Espero que com o tempo nós percebamos o quanto somos inconvenientes e irritantes, adquirindo uma postura mais sensata antes que sejamos expulso de tudo que é canto da web.

11. Brasileiro não sabe a própria Língua

A Educação no Brasil é lastimável, isso não é segredo para ninguém. Uma pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostrou que para  2.773 entrevistados (27,3% ), que avaliaram nosso sistema educacional, não houve mudanças na qualidade do ensino e quase um quarto (24,2%) acredita que o sistema piorou. Já o IBGE mostrou no seu estudo de 2011 que apenas 11% dos brasileiros conseguiram concluir o ensino superior (percentual baixo se analisarmos outros países, tais como Russia (54%), Cuba (92%), Chile (24%)).
Apesar dos pesares, com toda essa estrutura educacional precária, ainda é inexplicável o domínio débil do brasileiro sobre a sua língua. Não estou me referindo ao domínio completo – compreendendo todas aquelas regras exageradas e chatas -, estou dizendo do “basicão”.
Você leitor deve estar pensando que isso é resultado da falta de investimento do governo, ou não? Logicamente, essa é uma das possíveis causas, contudo, não é a única. Existem outras causas para explicar as anomalias do nosso sistema educacional, como a pesquisa feita por uma das principais empresas de contratos de estágio do país, que constatou no primeiro semestre de 2011 que  nem mesmo os graduando de jornalismo dominam a língua. Através de um ditado de 30 palavras, a empresa verificou que o índice de erro ficou na média 1/3 das palavras.
Esse defeito pode ser verificado em todas as áreas, desde das melhores escolas particulares até mesmo no próprio Sistema Judiciário.
Percebeu leitor? Estamos falando do topo da escala financeira e não um bando de pobres coitados que não tem aonde cair morto. Os grandes nomes da Língua Portuguesa do país, como o autor do livro “Preconceito Linguístico” Marcos Bagno, afirmam que a explicação para esses acontecimentos é mais simples do que parece: o completo desinteresse do povo por sua Língua devido a dificuldade que a mesma apresenta; a ausência do hábito da leitura.
Por esse e outros motivos, nesse país, a Língua virou arma de manipulação e fator gerador de preconceito.

12. Brasileiro adora dar reconhecimento para quem não merece

Quantas vezes você viu uma homenagem para o Carlos Chagas no horário nobre da TV? Releia a pergunta e substitua “Carlos Chagas” por Pelé e mentalize a resposta. No Brasil, quanto mais você faz pela sociedade, menos reconhecimento você tem dela. Em contrapartida, quanto menos você faz, maior notoriedade tem o seu trabalho. Assim temos cientistas, pesquisadores, juízes, médicos, engenheiros, bombeiros, policiais, professores, entre outros, que dedicam a sua vida em prol de todos e tem reconhecimento zero pela sociedade. Muitos deles sequer recebem um salário justo.
Já quem não faz nada pela sociedade, principalmente jogadores de futebol, mulheres de bundas grandes e perfeitas, entre outros que exercem uma “profissão” que não presta qualquer serviço para o bem comum, somente beneficiando aos próprios, além de receber salários altíssimos, são ovacionados pelo público.
Esse hábito não é exclusivamente brasileiro, boa parte dos países ocidentais, em especial aqueles que importam a cultura americana, se comportam dessa maneira. Esse culto as celebridades e o total descaso com quem realmente faz acaba gerando a insatisfação da maior parte das pessoas cultas seja aqui ou em qualquer parte do mundo. Como as pessoas com considerável grau intelectual são minorias, tal comportamento se espalha feito vírus, recebendo o apoio das mídias. Cabe a você e eu, que temos consciência desse tumor, espalhar nossa ideologia e derrubar essa idolatria e admiração aos falsos feitores originada da ignorância humana.


#Pelegrino Rox