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sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Crianças que nascem com os olhos COMPLETAMENTE negros, você já viu isso antes? Confira!

Vocês já viram isso antes?! Na internet muitos falam o que quer, e poucos falam a verdade… Existem muitas lendas por aí, que na realidade só é amplamente conhecida pelo poder de dispersão da internet, porque na realidade nenhuma delas são verdadeiras. Mais de fato é, que esses ocorridos de crianças com os olhos completamente negros, estão chamando muita atenção dos internautas ao redor do mundo, por conta de imagens e tudo mais. As crianças que tem esse tipo de olho é conhecido como BEK (Black-Eyed-Kids). Há uma história que se encontraram uma criança assim, onde ela bateu na porta de um morador, pedindo a autorização para entrar, só que o morador se assustou com os olhos da criança e bateu a porta na cara e foi o que soubemos… Fim da história… Agora me diz, vocês leitores do vai e vem notícias, conhecem alguém, ou alguma história parecida? Dessas crianças BEK? Bom, vamos ver…

Aplicativo evita incesto não-intencional na Islândia. CONFIRA!

Saiba com quem fala. Na pequena Islândia, onde é comum se encontrar com parentes sem saber, um aplicativo evita o incesto não intencional
Noite em Reykjavik, capital da Islândia (Arquivo)

A Islândia é um país peculiar. Pontuada por vulcões e vastas planícies nevadas, a maioria de seus habitantes se encontra na capital, Reykjavik, ou em cidades menores, como Akureyri e Akranes. É uma população pequena, pouco mais de 320 mil habitantes, tanto que a lista telefônica é elencada por primeiros nomes e pela profissão. Assim fica fácil saber que o Thor com que se quer falar é mesmo o Thor peixeiro, não o Thor eletricista, algo somente possível em um país onde todos se conhecem ou conhecem alguém que conhece a terceira pessoa. Mesmo ao discar o número errado, encontra-se o interlocutor desejado, visto que a vítima do engano normalmente conhece quem se procura.

Essa peculiar proximidade motivou um grupo de estudantes da Universidade da Islândia a fundar a companhia de software Sad Engineer Studios e lançar seu primeiro aplicativo, o Íslendingabók (algo como livro dos islandeses). Ele tem o mesmo nome de uma base de dados nacional que recolhe informações genealógicas sobre os habitantes da ilha desde o ano de 800 (www.islendingabok.is). O intuito principal do aplicativo não é somente fornecer informações históricas, mas também evitar casos de incesto.
islândia incesto aplicativo “Dormir com um parente acidentalmente é uma piada frequente na cultura islandesa”, disse Arnar Freyr Aðalsteinsson, um dos criadores do aplicativo. “Por isso uma das funções é o Bump, que permite que usuários saibam se duas pessoas têm alguma conexão familiar ao tocar seus telefones.” “Não sabemos se outros países têm linhagens sanguíneas tão próximas quanto as nossas, mas temos certeza de que o Íslendingabók é único, por ser tão completo”, afirmou ao site Digital Trends. “Existem outros usos como saber se a sua tia mente a própria idade ou a data exata dos aniversários de todo mundo na família.” 
O aplicativo está disponível para Android. Um usuário postou esta resenha na loja Google Play: “Muito bom, se tivesse baixado antes não teria ido para casa com minha tia.” Só mais um exemplo do famoso humor islandês.

"Há ETs vivos na Terra trabalhando para os EUA", diz ex-ministro. CONFIRA!


“Há ETs vivos na Terra neste momento, e pelo menos dois deles provavelmente trabalham com o governo dos Estados Unidos.” A declaração do ex-ministro da Defesa do Canadá Paul Hellyer, 89 anos, foi feita durante uma audiência pública sobre a existência de vida extraterrestre realizada em Washington, D.C. Diversos ex-senadores e membros da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos ouviram depoimentos de especialistas e testemunhas entre os dias 29 de abril e 3 de maio.
Paul Hellyer é um conhecido defensor da existência de extraterrestres. Em 2005, eledeclarou abertamente que acredita em UFOs (objetos voadores não identificados), o que gerou grande repercussão no Canadá. Como ministro da Defesa Nacional canadense, em 1963, Hellyer foi responsável pela controversa integração entre o Comando Marítimo das Forças (Marinha), o Comando das Forças Terrestres Canadenses (Exército) e a Força Aérea Real do Canadá (Aeronáutica) em uma única organização: as Forças Armadas Canadenses.
ministro ets eua
Hellyer é o mais antigo membro do Conselho Privado da Rainha para o Canadá – que funciona como uma espécie de gabinete ministerial na monarquia constitucional do país. Ele afirma que passou a acreditar em óvnis quando teve uma experiência com sua mulher e amigos durante uma noite. Apesar de não ter levado muito em consideração quando viu o UFO, segundo seu relato, ele disse que manteve a cabeça aberta e passou a tratar o assunto – pelo qual se interessou há cerca de 10 anos – com seriedade.
“UFOs são tão reais quanto os aviões que voam sobre as nossas cabeças”, afirmou o político canadense no segundo dia de audiência (confira aqui o vídeo, em inglês). Ele fez parte de um grupo de 40 pesquisadores internacionais e testemunhas – entre militares e cientistas – que testemunharam suas experiências extraterrestres diante de seis ex-membros do Congresso americano na audiência pública não governamental encerrada na semana passada.
O ex-ministro da Defesa canadense afirmou ainda que investigações apontaram a existência de “pelo menos quatro espécies (extraterrestres) que têm visitado a Terra há milhares de anos” – com o que ele concorda. Houve também declarações sobre como diversos presidentes dos Estados Unidos demonstraram grande interesse sobre óvnis e, em alguns casos, tentaram sem sucesso obter informações específicas sobre a veracidade de casos extraterrestres.

Os moradores que criaram a própria polícia. CONFIRA!

Inconformados com a violência, aumento da criminalidade e com a corrupção de policiais tradicionais, população se reúne para criar polícia comunitária em cidade mexicana
A pick-up branca viaja mantendo a velocidade enquanto sobe pelas curvas da Sierra Madre Central. São pouco mais de dez da noite e seis veículos carregados de guardas armados com fuzis começaram a ronda cotidiana nas cercanias do município de Huamuxtitlán, no estado mexicano de Guerrero.
São camponeses, comerciantes, pequenos agricultores da região. Com caras sérias e mãos ásperas segurando armas que até poucos meses atrás serviam unicamente para caçar, os homens da Frente Cidadã Comunitária se distribuem pelos pontos nos quais com mais frequência aconteceram ataques, sequestros e agressões.
Os homens vão em silêncio. Na região, estão presentes grupos armados locais de delinquência, mas também operam cartéis do narcotráfico, filiados aos governos municipais mais ou menos de todos os partidos.
“A situação era ingovernável”, afirma Miguel, um dos conselheiros anciãos da Frente Cidadã e responsável por um programa diário da rádio comunitária. “O nível de corrupção das forças da polícia é vergonhoso. São eles que apoiam os grupos do crime organizado. Em vez de proteger a cidadania, são pagos para sequestrar, assassinar, roubar e agredir.”
Desde fevereiro de 2012, o conselho municipal do pequeno município de Guerrero optou pela autodefesa armada. São rondas de cidadãos auto-organizados, que seguem as diretrizes das assembleias populares. A polícia municipal foi desarmada e a prefeitura, ocupada, depois do sequestro de 17 pessoas em junho de 2012.
“Quando ocupamos a sede da polícia municipal, depois do sequestro de 17 pessoas que incomodavam o governo local, encontramos uma menina de 13 anos algemada a uma cama. Ela tinha sido estuprada ali mesmo por policiais municipais. Estava atada há horas. Os cidadãos se enfureceram, capturamos quatro dos agentes e os enchemos de porrada. Os demais escaparam”, lembra-se Saúl, um dos primeiros a formar a Frente Cidadã. “Depois daquele evento, nos organizamos e decidimos juntos termos regras mais rígidas. Apenas pessoas reconhecidas, honradas pela comunidade, sem precedentes criminais e de confiança podem pertencer ao grupo armado da polícia comunitária”.
polícia comunitária méxico
Moradores montaram polícia comunitária para tentar reduzir criminalidade em Guerrero (Foto: Federico Mastrogiovanni/Opera Mundi)
A escuridão é total, mas, de repente, do banco do passageiro alguém acende a brasa ardente de um cigarro.
Nos últimos dois anos, nasceram dezenas de grupos de autodefesa comunitária em vários estados do México, em sua maioria defendendo bosques, mananciais, fazendo oposição à violência dos grupos criminosos e à total ausência da polícia, ou melhor, ao seu conluio com o crime organizado.
A mobilização armada de muitas comunidades se transformou em uma questão atual, mas o primeiro grupo do tipo foi formado no estado de Guerrero em 1995, na comunidade indígena de San Luis Acatlán, na região conhecida como Costa Chica.

Originalmente inspiradas pelo levante do Exército Zapatista de Liberação Nacional, de 1 de janeiro de 1994, no estado vizinho de Chiapas, algumas comunidades indígenas mixtecas e tlapanecas do município de San Luis se organizaram para fazer oposição à violência e à ausência das instituições, formando a CARC (Coordenadoria Regional das Autoridades Comunitárias). Durante seus 17 anos de atividade, a CRAC se estabeleceu no território, transformando-se na única força policial respeitada e considerada próxima dos povos originários.
Para chegar a São Luis, coração da Coordenadoria, é necessário viajar por quatro horas na estrada pela montanha, na Sierra de Guerrero, até quase a costa pacífica, perto de Acapulco.
Nas ruas, a polícia comunitária é muito visível, mais semelhante a uma instituição. As poli, como dizem por aqui, têm melhores armas, são mais organizadas e especializadas. Representam a lei há vários anos, enquanto os agentes da polícia municipal não fazem mais que organizar o trânsito em seus poucos carros de serviço.
“Somos disciplinados e o povo nos respeita”, é o comentário de Leonel, vice-comandante de um grupo permanente de polícia comunitário da CRAC. “A comunidade nos nomeia e nos destitui. Prestamos contas à comunidade, mas, sobretudo, somos parte dela.”
Antes de sair para fazer uma das rondas, Leonel passa para cumprimentar os detentos do centro de justiça comunitária de San Luís. São seis homens trancados em uma apertada cela. Durante o dia, os detentos têm a obrigação de trabalhar a serviço da comunidade. Os familiares podem ir visitá-los a qualquer momento. Para os que trabalham no campo, é comum que as mulheres que preparam as refeições dos membros da polícia também ofereçam comida e bebida e eles. Três vezes por semana os anciãos vão falar com os detentos: “São pessoas que cometeram erros”, explica Leonel, depois de um breve diálogo com um deles.
“São membros da comunidade e devem sair da detenção melhores do que entraram. A reeducação não é uma fórmula vazia aqui. É importante que quando eles saiam sejam mais solidários, ativos e sensíveis.” Os membros da polícia comunitária estão sujeitos a um castigo maior se cometem delitos. E as regras da CRAC são a razão pela qual o governo mexicano ainda não eliminou esse movimento armado que, de fato, em algumas regiões de Guerrero, substituiu a polícia oficial. Um das regras mais rígidas é a proibição absoluta, nas comunidades que decidem aderir à CRAC, do cultivo de maconha e de papoula. Para os camponeses é uma decisão difícil, dado o alto rendimento econômico dessas plantas em comparação ao coco ou ao café, mas a interferência dos cartéis da droga tem muitas implicações.
“Nunca nos opusemos ao Estado”, explica Pablo Guzmán Hernández, um dos fundadores da CRAC, “mas percebemos a ausência das instituições e a necessidade de garantir a segurança das nossas comunidades”.
Víctor Martínez, professor de direito constitucional da Universidade Tecnológica de Monterrey, acredita que a existência de qualquer grupo de polícia comunitária represente uma ameaça à soberania do Estado: “Uma pessoa ou um grupo da sociedade não confia mais nas instituições e decide assumir a defesa de seus próprios interesses, de sua própria segurança, mas isso não tem base jurídica. O Estado não pode permitir a autodefesa, para isso existem as instituições. Para isso as autoridades foram criadas. A realidade dos fatos nos diz que hoje qualquer um pode prender um delinquente, ou presumido delinquente, sem se basear em regras compartilhadas. E isso é muito perigoso porque facilmente pode se transformar em arbítrio”.
O risco de uma justiça sumária é muito alto e a CRAC fez o possível para não ser acusada de subversão ou paramilitarismo ao longo dos 17 anos de sua existência.
A contínua contradição entre a necessidade de autonomia e a reivindicação de uma maior presença do Estado representa uma das características mais frequentes entre as polícias comunitárias, mesmo que para os seus mais antigos militantes a solução seja uma só: voltar às assembleias comunitárias, discutir, pensar juntos estratégias de luta, possivelmente com o apoio da comunidade em seu conjunto.
As rondas aumentam a cada dia, assim como o número de armas que chegam ilegalmente a Guerrero. Durante uma assembleia no quartel general da CRAC, um homem já idoso, um dos fundadores do movimento, que há tempos voltou a trabalhar como agricultor, toma a palavra e quase chorando grita em um espanhol incerto: “Nós não somos guerrilheiros, não somos bandidos. Queremos nos sentir seguros. Não queremos nos sentir fora da lei . Mas nos estão chutando para fora dela. Na televisão, dizem que em Guerrero não acontece nada, que a situação é tranquila. Mas então alguém precisa me explicar o que fazem aqui todos esses soldados!”

Será que ele é???? Descubra!

Um humorista que uma emissora de TV insiste em obrigar o público a engolir, de tanto que expõe o cara, acaba de se separar da mulher.
Era mais um daqueles casamentos de fachada do mundinho pantanoso e fantasioso dos famosos…
Muita gente já sabia (ou desconfiava) da orientação sexual do rapaz, mas ele insistia em fingir que gostava de mulher.
Ele se separou para ficar com um lindo modelo, sarado, loiro, de olhos azuis, que trabalha para uma conhecida agência do Rio.
Como a gente já sabe, a tal emissora não deixa o povo sair do armário publicamente (nem as moças, viu, não são somente os homens…).
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Então, certamente esse humorista será obrigado a continuar sua vida de mentira…

Pedras que se movem sozinhas no deserto são um mistério. Confira!

Você já viu seres inanimados deixarem rastros no chão?
Em Racetrack  Playa, no Vale da Morte da Califórnia, uma situação semelhante está deixando todo mundo de cabelo em pé.
Nesse local,  existem pedras que, ao longo do tempo, se movem,
marcando um rastro com o seu percurso. O pior é que a região,
é completamente deserta.
Jamais alguém flagrou esse curioso fato. As rochas simplesmente mudam de lugar  e ninguém saber de que forma esse fenômeno ocorre.
As pedras rolam (ou se arrastam) em direções diferentes. Alguns estudiosos até já construíram teorias sobre as pedras misteriosas do Vale da Morte.
A hipótese mais aceita envolve o vento e a água da chuva: a água atinge as montanhas, escorrendo por suas encostas e, ao chegar ao chão, evapora com facilidade devido às altas temperaturas da região.
Esse fenômeno transforma a primeira camada do solo em um tipo de lama bastante mole e escorregadia. Como a localização faz com que correntes de ar muito fortes passem pela área, a soma dos dois fatores é a explicação para a movimentação das rochas.
Esta é apenas uma suposição. Até  a NASA enviou equipes para estudar o fenômeno. No entanto, os cientistas, que prometem continuar com as análises, descobriram que o vento no local não seria o bastante para mover as pedras misteriosas.